Se eu me cansar da Vida…


Se eu me cansar da Vida…

Senhor, Se um dia também eu, como tanta gente, estiver ” cheio da vida” , com vontade de sumir, de morrer, insatisfeito comigo e com o mundo em torno de mim;

- Pergunta-me, apenas, se eu quero trocar a luz pelas trevas;
- Pergunta-me, se eu quero trocar a fartura da mesa posta, pelos restos que tantos vem buscar no lixo;
- Pergunta-me, se eu quero trocar meus pés por uma cadeira de rodas;
- Pergunta-me, se eu quero trocar minha voz , pelos gestos;
- Pergunta-me se eu quero trocar o mundo maravilhoso dos sons pelo silêncio dos que nada ouvem;
- Pergunta-me, se eu quero trocar o jornal que leio e depois jogo no lixo, pela miséria dos que vão buscá-lo para fazer dele seu cobertor;
- Pergunta-me, se eu quero trocar minha saúde, pelas doenças incuráveis de tanta gente;
- Pergunta-me também, até quando não reconhecerei as tuas bênçãos, a fim de fazer de minha vida um hino de louvor e gratidão e dizer, todos os dias, do fundo de mim:

- Obrigado, Senhor…!!

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Ser feliz é…

Ser feliz é…

…acordar e ter que trabalhar…
…ver a caixa do correio cheia…
…ter um monte de recados na secretária eletrônica…

…mas no meio deles, um que diz:
“Estou morrendo de saudades de você!”

…ver que no almoço a cozinheira fez uma salada de jiló…
…mas o prato principal está apetitoso e
é o seu preferido!

…estar num trânsito terrível…
…mas ligar o rádio e ouvir a sua música
predileta tocando, lembrando de alguém especial!

…brigar com o cachorro porque ele comeu seu sapato…
…mas ser recebida por ele, com festa, todos
os dias quando chega em casa!

Ser feliz é…
…chegar em casa exausto(a)… .
..ter um monte de problemas…
…mas ser capaz de sorrir com as pequenas
coisas do dia-a- dia!!!

Ser feliz é…
…reconhecer que temos pessoas especiais ao
nosso lado, mesmo estando a quilômetros de distância.

Ser feliz é…
…saber que, mesmo estando sozinho(a),
há um DEUS que nunca nos desampara
e está sempre pronto para nos ouvir.

Ser feliz é…ter a amizade de alguém, assim tipo você!!!

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Pensamento

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O mistério do abraço


O mistério do abraço

Dizem os orientais que, quando abraçarmos uma pessoa querida a quem amamos, devemos fazer da seguinte forma: inspirando e expirando três vezes, e aí sua felicidade se multiplicará pelo menos dez vezes.

O efeito terapêutico do abraço é inegável. Diante disso não podemos esperar para abraçarmos a quem queremos bem.
Se você estiver sentindo um vazio interior, tente abraçar o seu amigo (a), deslizando delicadamente a mão sobre as costas dele (a), para que o possa sentir junto a você.

Nos momentos de dor ou de alegria é que vemos o bem que um grande e demorado abraço nos causa.

Pelo abraço, transmitimos emoções, recebemos carinho, trocamos afeto, compartilhamos alegria, amenizamos dores, demonstramos amizade, doamos amor, expressamos nossa humanidade.

É tempo de enlaçarmos nossos braços num terno, profundo
e afetuoso abraço.

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SEM COMENTÁRIOS

É o amor

SEM COMENTÁRIOS

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A águia dourada

Uma bela idéia

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A águia dourada

Um homem encontrou um ovo de águia e o colocou debaixo da galinha que chocava seus ovos no quintal. Entre a ninhada de pintos nasceu uma aguiazinha que, entre as outras aves, suas “irmãs”, cresceu normalmente. Durante todo o tempo a águia fazia o mesmo que faziam os pintinhos, convencida de que era igual a eles. Ciscava, ia ao chão buscando insetos e pipilava como fazem os pintos. Como eles, também batia as asas, conseguindo voar um metro ou dois, porque, afinal de contas, é só isso que um frango pode voar.

Passam anos e a águia ficou velha… Certo dia, ela viu, riscando o espaço, num céu azul, uma ave majestosa, planando, no infinito, graciosa, levada docemente pelo vento sem sequer bater as asas douradas. A águia do chão olhou-a com respeito e logo perguntou ao seu amigo:

- Que tipo de ave é aquela que lá vai?

- É uma águia! É rainha – diz-lhe o amigo – mas é bom não olhar muito para ela, pois nós somos de raça diferente, simples frangos do chão e nada mais.

Daí por diante, então, a pobre da águia nunca mais pensou nisso, até morrer convencida de ser uma galinha comum.

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Por pra Pensar

A diferença de um Anjo e um Amigo…

A diferença de um Anjo e um Amigo…

Anjos e Amigos… Todos temos um pouquinho de cada coisa… Um anjo nos toma pela mão e nos aproxima de Deus.
Um amigo foi enviado por Deus para aproximar-mos dele.
Um anjo tem a obrigação de cuidar de nós…

Um amigo cuida de nós por amor…

Um anjo te vê sorrir, e observa tuas alegrias.
Um amigo, te faz sorrir, e faz parte das tuas alegrias.
Um anjo sabe quando necessitas da ajuda de alguém.
Um amigo, te ajuda sem saber que necessitas.

Um anjo te ajuda, evitando problemas.
Um amigo, te ajuda a resolvê-los.

Um anjo te vê sofrer, sem poder te abraçar.
Um amigo te abraça, porque não quer te ver sofrer.
Um anjo , na realidade, faz parte dos teus sonhos.
Um amigo, compartilha e luta para que seus sonhos
sejam uma realidade.
Um anjo sempre está contigo aí, não percebe
a sua falta. Um amigo, quando não está contigo, não só sente a sua falta, mas também pensa em ti.

Um anjo vela seus sonhos, Um amigo sonha contigo.
Um anjo aplaude teus triunfos. Um amigo te ajuda
para que triunfes.

Um anjo se preocupa quando você está mal.
Um amigo se alegra quando você está bem.
Um anjo recebe uma oração tua.
Um amigo faz uma oração por ti.

Um anjo te ajuda a sobreviver.
Um amigo vive por ti.

Para um anjo, é uma missão que cumpri.
Para um amigo, é uma obrigação te defender.
Um anjo é algo celestial.

Um amigo é uma chance real de conhecê-lo melhor…
Na semelhança que há entre “o amor e a amizade “.
Um anjo quer ser teu amigo. Um amigo, se propõe também
a ser o teu anjo…

E é alguém que te cuida nas noites mais turbulentas…
para que possa compartilhar de todos os seus sonhos..

Um maravilhoso dia do Amigo!

Fique Feliz!!

Curiosidades do meio literário.


Curiosidades do meio literário.

O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.

O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar.

Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.

Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina.

Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.

Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.

Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. “Se não fizer isso, saio matando gente pela rua”. Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. “Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha.”

Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o “furo”: Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.

Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Éricofez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.

Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.

Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. “Para ele, era licor”, diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. “Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra.”

Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: “O senhor gosta de Camões?” Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.

Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. “Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue”, conta Agnes, a filha mais nova.

Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para aguentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.

José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.

Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. “Por quê?”, perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: “O motivo é simples: nós somos amantes.” Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: “Muito prazer, encantado.” Era piada. Os dois nem se conheciam até então.

O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.

Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.

A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.

O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargas crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.

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Presente esperado

Presente esperado

Fique calmo, paciência e perceba as coisas que estão acontecendo ao teu redor. A felicidade em viver é observar esses instantes mágicos, que nos enchem o coração de alegria e nos anima por dentro.

Segue seu dia, viva um de cada vez e as coisas vão acontecer naturalmente. Lembre-se sempre das tuas qualidades e do teu modo de enfrentar a luta do seu dia-a-dia.

Aproveite o dia de hoje para avaliar o teu ontem…vai ver que seu amanhã será muita mais significativo em todos os sentidos.

Nossa luta é constante, precisamos estar fortes energizados de amor, carinho e muitas esperanças.

Faça tua parte, e va a luta. O melhor ainda esta por vir.

Um presente tão esperado.

Rivalcir Liberato

A pena e o camelo


A pena e o camelo

Uma lenda do deserto conta a história de um homem que ia mudar-se de oásis, e começou a carregar seu camelo. Colocou os tapetes, os utensílios de cozinha, os baús de roupas e o camelo agüentava tudo.

Quando ia saindo lembrou-se de uma linda pena azul que seu pai tinha lhe presenteado. Resolveu pegá-la, e colocou-a em cima do camelo. Neste momento, o animal arriou com o peso, e morreu.

Meu camelo não agüentou o peso de uma pena, deve ter pensado o homem. Na nossa vida também é assim, muitas vezes nos colocam tantas coisas contra nós, que uma hora não suportamos. E ai, uma simples palavra, uma atitude desnecessária, um gesto, um olhar.

Então, não agüentamos e explodimos, e a pessoa nos mata por dentro. E fica a pensar…mas, foi só uma palavra. Não carregue muito seu camelo!!!

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